
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
sábado, 29 de agosto de 2009
Fazer tese ou dissertação
domingo, 5 de julho de 2009
Internetês

Comentário publicado na Revista Genau Hier, no mês de junho de 2009 (ao lado, versões em alemão e inglês):
Internetês
Errado ou diferente?
Vivemos num mundo globalizado, porém cheio de diferenças. Diferenças de geografia, clima, idiomas, raças, credos, sexo..., contemplando uma grande variedade que nos produz como pessoas que comparam, ou seja, vivem das diferenças. Tudo o que precisamos aprender na vida, em qualquer lugar do mundo, iniciamos desde a tenra idade: compartilhar, somar, dividir, jogar dentro da regra, devolver as coisas, dar as mãos, desenhar, pintar, brincar dentro de uma conduta... Assim, aprendemos a ser ‘livres’, reguladamente livres. Ou seja, somos indivíduos que aprendem posturas e princípios. Isso é preciso para se viver em sociedade. Mas e para escrever? Também não é diferente. Somos dependentes da produção da língua em que todos estamos inseridos na escola.
É inegável assim, que ser diferente do que a Escola aplica pode gerar um sentimento de ansiedade. Por exemplo, se lemos um texto que sai da “regra” como o“internetês” (linguagem ou forma de expressão grafolinguística utilizada na comunicação de jovens na Internet), é estranho. É diferente. É criativo. Mas será errado?
Como ser criativo na produção de textos escolares com tantas regras? Não é fácil. Precisamos, juntamente com a necessidade de rabiscar palavras no terrível papel em branco, cuidar para que a letra seja legível, que a ortografia e a gramática sejam corretas. Há muitas coisas importantes para serem administradas antes de ser criativo.
Criativo na escola, então, não passa de expressar tempos verbais ou pronomes como uma demonstração de “intromissão” nos mecanismos da escrita formal. Mas sabemos que a linguagem se refaz a cada instância criando heterogeneidade e singularidade pelo uso. É uma relação, uma vivência do sujeito-linguagem com erros, falhas e irregularidades. Por que, então, na produção textual escolar, as irregularidades, as trocas, as flexões, o diferente é considerado desconhecimento da língua ou um erro? Vejamos que se olharmos conforme expressa Stuart Hall (Cultural Representations and Signifying Pratices, 1997), os signos escritos não mantém semelhança com aquilo que se referem. As letras da palavra ESCOLA, por exemplo, não se parecem com a forma que vemos de nenhuma escola, nem mesmo o som da palavra “escola” soa como uma escola “real”. Assim sendo, a relação que se tem com o signo, seu conceito e objeto referido é inteiramente “aprendido” pela vontade da língua. Com o exposto, não quero aqui propor uma anulação das regras através do “internetês”. Contudo vislumbrar as flexibilizações para não restringir a criatividade do sujeito à linguagem, e promover uma relação do sujeito com a palavra. A partir daí, a presença da regra é posta em jogo pelo educador.
Vejamos que alguns textos do “internetês”, os signos utilizados não fogem completamente do que é ditado pela língua. São utilizados abreviaturas (aleatórias, é claro) e sinais que significam conceitos e palavras das nossas representações atuais. É claro, não aqueles legitimados pela gramática, mas também não incompreensíveis a qualquer leitor. Seria um desabrochar da diferença não sendo tão diferente assim? É um momento de transformação? Esse fato, tanto como a evolução do homem expressa por Darwin, se desenrola? A língua também segue esse curso de evolução?
É possível que seja uma mudança que faz parte da evolução e, possível também, que precise de acompanhamento e orientação, mas não de repulsa. Realmente é uma escrita bem diferente. É estranha ao ler. Porém, se pensarmos que toda a nossa existência pode ser escrita, descrita, contada, lida, também pela Internet e não só em livros e cadernos, poderemos ver que somos seres de transformação de leitura e linguagem, de palavras e de textos. Somos mesmo um discurso ou um livro, independente da grafia ou gramática.
Denise Preussler dos Santos
Jornalista
Mestranda em educação
Errado ou diferente?
Vivemos num mundo globalizado, porém cheio de diferenças. Diferenças de geografia, clima, idiomas, raças, credos, sexo..., contemplando uma grande variedade que nos produz como pessoas que comparam, ou seja, vivem das diferenças. Tudo o que precisamos aprender na vida, em qualquer lugar do mundo, iniciamos desde a tenra idade: compartilhar, somar, dividir, jogar dentro da regra, devolver as coisas, dar as mãos, desenhar, pintar, brincar dentro de uma conduta... Assim, aprendemos a ser ‘livres’, reguladamente livres. Ou seja, somos indivíduos que aprendem posturas e princípios. Isso é preciso para se viver em sociedade. Mas e para escrever? Também não é diferente. Somos dependentes da produção da língua em que todos estamos inseridos na escola.
É inegável assim, que ser diferente do que a Escola aplica pode gerar um sentimento de ansiedade. Por exemplo, se lemos um texto que sai da “regra” como o“internetês” (linguagem ou forma de expressão grafolinguística utilizada na comunicação de jovens na Internet), é estranho. É diferente. É criativo. Mas será errado?

Como ser criativo na produção de textos escolares com tantas regras? Não é fácil. Precisamos, juntamente com a necessidade de rabiscar palavras no terrível papel em branco, cuidar para que a letra seja legível, que a ortografia e a gramática sejam corretas. Há muitas coisas importantes para serem administradas antes de ser criativo.
Criativo na escola, então, não passa de expressar tempos verbais ou pronomes como uma demonstração de “intromissão” nos mecanismos da escrita formal. Mas sabemos que a linguagem se refaz a cada instância criando heterogeneidade e singularidade pelo uso. É uma relação, uma vivência do sujeito-linguagem com erros, falhas e irregularidades. Por que, então, na produção textual escolar, as irregularidades, as trocas, as flexões, o diferente é considerado desconhecimento da língua ou um erro? Vejamos que se olharmos conforme expressa Stuart Hall (Cultural Representations and Signifying Pratices, 1997), os signos escritos não mantém semelhança com aquilo que se referem. As letras da palavra ESCOLA, por exemplo, não se parecem com a forma que vemos de nenhuma escola, nem mesmo o som da palavra “escola” soa como uma escola “real”. Assim sendo, a relação que se tem com o signo, seu conceito e objeto referido é inteiramente “aprendido” pela vontade da língua. Com o exposto, não quero aqui propor uma anulação das regras através do “internetês”. Contudo vislumbrar as flexibilizações para não restringir a criatividade do sujeito à linguagem, e promover uma relação do sujeito com a palavra. A partir daí, a presença da regra é posta em jogo pelo educador.
Vejamos que alguns textos do “internetês”, os signos utilizados não fogem completamente do que é ditado pela língua. São utilizados abreviaturas (aleatórias, é claro) e sinais que significam conceitos e palavras das nossas representações atuais. É claro, não aqueles legitimados pela gramática, mas também não incompreensíveis a qualquer leitor. Seria um desabrochar da diferença não sendo tão diferente assim? É um momento de transformação? Esse fato, tanto como a evolução do homem expressa por Darwin, se desenrola? A língua também segue esse curso de evolução?
É possível que seja uma mudança que faz parte da evolução e, possível também, que precise de acompanhamento e orientação, mas não de repulsa. Realmente é uma escrita bem diferente. É estranha ao ler. Porém, se pensarmos que toda a nossa existência pode ser escrita, descrita, contada, lida, também pela Internet e não só em livros e cadernos, poderemos ver que somos seres de transformação de leitura e linguagem, de palavras e de textos. Somos mesmo um discurso ou um livro, independente da grafia ou gramática.
Denise Preussler dos Santos
Jornalista
Mestranda em educação
sábado, 23 de maio de 2009
Indicando "Infância e Maquinarias"
Um assunto que constantemente permeia as conversas de pais e professores, localiza-se na educação das crianças frente à crise que hoje se instala nas escolas com o desinteresse, violência e a pedagogia aplicada. Na realidade temos livros com muitas teorias, mas pouca literatura que nos traga análises e experiências das técnicas disciplinares associando aos projetos políticos e ações públicas de governamento da infância junto ao Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil. É justamente sobre esse e outros aspectos de que fala “Infância e Maquinarias”, de Maria Isabel Edelweiss Bujes, doutora em Educação. Um livro onde professores e professoras podem reconhecer-se, que Mª Isabel procura “mostrar como, no espaço de algumas décadas, fui interpelada por discursos que tinham como ponto focal a criança e sua educação”. Não deixem de ler...quarta-feira, 6 de maio de 2009
textos "Dizem por aí" - Genau Hier
Para melhor leitura da publicação do texto "Dizem por aí" em Português, Alemão e Inglês, edição número 5 da Revista Genau Hier:
Dizem por aí que...
... o Criador projetou as flores para nos apresentar às belezas da alma e os chás para energizá-la e tranquilizá-la, por que já sabia que a vida dos negócios e da família não seria nada fácil...
* as mãos em contato com a terra “garimpam” paz e harmonia como se estivéssemos em um lugar sagrado. Até porque, muitas vezes, o nosso salário X compromissos fica aquém das viagens e dos spas
... vale a pena tentar. É só experimentar. É já na primeira vez que esse fio-terra acontece. Basta mexer num vasinho do banheiro ou da varanda (aquele mesmo que se ganhou de aniversário e está lá até hoje). Ou um tempero que o jardineiro plantou no peitoril da janela da cozinha (qual será a erva? Ainda vive?)
... plantando se aprende a viver em sociedade que, diga-se de passagem, não é fácil. Ou seja, se aprende responsabilidade, com o cuidado necessário dispensado à planta. Se aprende a dividir, quando seu espaço fica pequeno para a planta e a repartimos em mudas que doamos para alguém. Se aprende que a felicidade e a tolerância está tanto na simplicidade desses atos, quanto na descoberta da beleza até mesmo da humilde margarida, por que preconceito é a gente que faz.
... quando somos principiantes e todas as plantas que temos em casa padeceram, o melhor é iniciar com suculentas, bromélias ou algumas orquídeas.
... quando temos um bom substrato que compreende pôr em vaso 1 parte de terra comum de jardim, 1 de terra vegetal e 2 partes de areia (forrando o fundo do pote com pedriscos), a calanchoe (Kalanchoe blossfeldiana) simples ou dupla, originária de Madagascar, floresce em abundância. Quando cai o florescimento pode-se fazer estaquias das folhas para novas mudas, porém não produzirão plantas perfeitas. Vejam que boa oportunidade de interação familiar! Procure Mada-gascar no mapa-mundi e veja o filme com o mesmo nome e seus lêmures que se divertem muito junto aos filhos, netos e sobrinhos. Depois apresente a flora local e converse. É tão bom e tão raro termos assuntos em comum...)
... que a chuva de ouro (Oncidium varicosum), natural da América Latina, se fixada em fibra de coco ou em troncos de árvores, floresce em abundância no verão, gosta de pouca água e aceita meia-sombra, pois não suporta sol direto entre 11 e 17 horas. Em casa podemos fazer mudas dividindo a planta adulta. Seu cultivo assim, é simples.
... para os temperos um bom começo é o alecrim (Rosmarinus officinalis L.) que é nativo da região Mediterrânea. Seu cultivo pode ter o mesmo substrato da calanchoe. Seu uso medicinal na literatura etnofarmacológica é indicado para casos de má digestão, gases e dores de cabeça. Sua propagação pode ser feita por estaquia ou mergulhia. Aprecia tanto sol pleno como meia-sombra.
... a alfazema (Lavandula angustifolia Mill.) é nativa da Europa e pode ser cultivada também com substrato 1-1-2. Na medicina popular suas flores (somente elas) são usadas para insônia, gripes, enxaquecas e gases. Suas folhas e galhos são usados como repelentes de insetos colocados diretamente no espaço dos aparelhos elétricos ou em preparados com álcool de cereais
para borrifar. Multiplica-se tanto por sementes como por
estacas. Aprecia tanto sol pleno como meia-sombra.
... mas se de fato você não gosta da mistura
plantas e mãos sujas, mas a leitura te
divertiu e cativou, já é um começo
para o relax.
Abraços para todos.
Denise Preussler dos Santos
Jornalista
Es wird erzählt, dass...
... der Schöpfer die Blumen kreierte, damit uns die Schönheiten der Seele vorgestellt werden, die Tees erfand, um unser Seelenleben zu stärken und zu beruhigen, da er schon wusste, dass unsere Geschäfts- und Familienangelegenheiten überhaupt nicht leicht sein würden
... mit Erde arbeitende Hände Frieden und Harmonie fördern, so als seien wir an einem heiligen Ort. Auch weil das Verhältnis zwischen unserem Einkommen und unseren Verbindlichkeiten Reisen und Wellness-Aufenthalte unmöglich macht..
... es sich lohnt, es auszuprobieren. Schon beim ersten Mal funk-tioniert dieser Blitzableiter. Man muss nur in einer kleinen Vase des Badezimmers oder der Veranda herummachen (genau in der, die man zum Geburtstag geschenkt bekommen hat und die dort bis heute noch steht). Oder an einer Gewürzpflanze, die der Gärtner auf das Fensterbrett der Küche gepflanzt hat (Was ist denn das noch für ein Kraut? Lebt es überhaupt noch?).
... man beim Pflanzen lernt in Gesellschaft zu leben, was, das sei hier mal so gesagt, gar nicht so einfach ist. Man lernt, Verantwortung zu übernehmen, mit all der notwendigen Sorgfalt, mit der man sich um die Pflanze kümmert. Man erwirbt die Fähigkeit zu teilen, denn wenn der Platz für die Pflanze zu klein wird, teilen wir sie und verschenken die Ableger. Man lernt, dass Glück und Toleranz sowohl in solch einfachen Handlungen liegen, als auch in der Entdeckung der Schönheit der schlichten Margerite. Vorurteile hingegen sind von uns selbst gemacht.
... Anfänger, deren Pflanzen im Haus alle eingingen, gut daran tun würden, es erst mal mit Sukkulenten, Bromelien oder bestimmten Orchideen zu probieren.
... wenn wir ein gutes Substrat haben, wozu man in eine Vase einen Teil normale Erde, einen Teil Pflanzenerde und zwei Teile Sand tut (wobei man den Boden der Vase mit Steinchen ausrüstet), ein einzelnes oder zwei Flammende Käthchen (Kalanchoe blossfeldiana) aus Madagaskar im Überfluss wachsen. Sobald die Blüten fallen, kann man Ableger der Blätter für neue Jungpflanzen machen, diese werden jedoch zu keinen formvollendeten Pflanzen heran-wachsen. (Schaut mal, was für eine gute Gelegenheit das für Familien-gespräche ist! Suche Madagaskar auf der Weltkarte und schau Dir den gleichnamigen Film über die Makis an, die sich mit ihren Kindern, Enkelkindern, Neffen und Nichten vergnügen. Stelle dann die lokale Flora vor und sprich darüber. Es ist so selten, dass wir gemeinsame Themen haben...)
... der Goldregen (Oncidium varicosum) aus Lateinamerika in Hülle und Fülle blüht, wenn man ihn in Kokos oder Baumstümpfen befestigt. Er will wenig Wasser und akzeptiert Halbschatten, denn er kann keine direkte Sonne zwischen 11 und 17 Uhr vertragen. Zu Hause können wir Jungpflanzen anlegen, indem wir die gewachsene Pflanze teilen. Mit diesen Kulturmethoden ist er eine einfach zu haltende Pflanze.
... unter den Gewürzen Rosmarin (Rosmarinus officinalis) ein guter Anfang ist. Er kommt aus der Mittelmeerregion. Seine Haltung ist im gleichen Substrat, auf dem auch das Flammende Käthchen wächst, möglich. Seine heilende Wirkung wird in der ethnopharmakolo-gischen Literatur gegen schlechte Verdauung, Blähungen und Kopfschmerzen angegeben. Seine Vermehrung kann über Ableger oder durch Absenken von vegetativen Pflanzenteilen in die Erde erreicht werden. Rosmarin gedeiht sowohl in der Sonne als auch im Halbschatten.
... der in Europa heimische Lavendel (Lavandula angustifólia, Mill) ebenso auf dem 1-1-2 Substrat kultiviert werden kann. In der Volksmedizin werden allein die Blüten bei Schlaflosigkeit, Grippe, Migräne und Blähungen verwendet. Seine Blätter und Zweige hingegen werden als Insektenschutz verwendet, indem sie direkt in den Zwischenraum der elektrischen Geräte gesteckt oder zum Sprengen in Getreidealkohol gegeben werden. Lavendel kann man sowohl über Samen als auch über vegetative Sprossen vermehren. Er gedeiht in vollem Sonnenlicht oder im Halbschatten.
... aber wenn dir in der Tat weder Pflanzenarbeit noch schmutzige Hände zusagen, die Lektüre dich dennoch gefesselt und belustigt hat, dann ist das immerhin schon ein ganz guter Weg zur Entspannung.
Ich grüße alle recht herzlich Denise Preussler dos Santos
Journalistin
It is said that...
... the Creator designed the flowers to present us with the beauties of the soul, and the infusions to energize and calm it, because He already knew that business and family life wouldn't be easy.
... the hands in contact with the soil search for peace and harmony as if we were in a sacred place, because sometimes our salary vs bills are beneath trips and spas.
... it's worth trying. You only have to try. This “ground wire” already happens in the first time. It's enough to handle a small vase in the bathroom or in the veranda (that one someone gave you for your birthday and is still there today). Or a spice the gardener planted on the kitchen's window sill (Which herb could it be? Is it still alive?)
... by planting, we learn to live in a society, that is not easy, to tell the truth. That is to say, we learn to be responsible, with the care we devote to the plant. We learn to share when the space is not big anymore for the plant and we divide it into seedlings and we give them to somebody else. We learn that happiness and tolerance are both in the simplicity of these acts and in the discovery of the beauty of the humble daisy, because prejudice is created by us.
... when we are beginners and all the plants we have at home perish, the best thing to do is to start with juicy plants, bromeliads or some orchids.
... when we have a good substrate which means to put in a vase 1 part of common garden soil, 1 of vegetal soil, and 2 of sand (covering the bottom of the vessel with sleets, the kalanchoe (Kalanchoe blossfeldiana) simple or doubled, original from Madagascar, blossoms abundantly. When the blossom decays, it's possible to make cuttings from the leaves for new seedlings, although they will not produce perfect plants. (Take a look at the opportunity of family interaction! Search for Madagascar on a mundi map and watch the movie that has the same name with its lemurs that “have lots of fun” together with their children, grandchildren and nephews. After that, show the local flora and talk. It's so good and so rare to have subjects in common…)
... “chuva de ouro” (Oncidium varicosum), native from Latin America, if attached to coconut fiber or to trunks of trees, blossoms abundantly on summer, it needs little water and accepts partial shade, because it doesn't tolerate sun between 11 o'clock a.m. and 5 o'clock p.m. At home we can make seedlings by dividing the adult plant. Its cultivation in this way is simple.
... for spices a good beginning is rosemary (Rosmarinus officinalis L), which is original from the Mediterranean region. Its cultivation may have the same substrate as kalanchoe. Its use in the ethnopharmacological literature is indicated for bad digestion, flatulence and headaches. Its propagation can be made by cutting or stool layring. It appreciates full sun or partial shade.
... the lavender (Lavandula angustifolia Mill) is original from Europe and may be cultivated also with the substrate 1-1-2. In popular medicine, its flowers (only them) are used for insomnia, influenza, migraines and flatulence. Its leaves and its branches are used as insect repellents placed directly in the spaces of electric devices or prepared with cereal alcohol for spraying. It multiplies itself both by seeds and cuttings. It appreciates both direct sun or partial shade.
... now, if you really don't like the mix plants versus dirty hands, but you enjoyed yourself and was enchanted by the reading, it's already a beginning for “relaxing”.
I embrace you!
Dizem por aí que...
... o Criador projetou as flores para nos apresentar às belezas da alma e os chás para energizá-la e tranquilizá-la, por que já sabia que a vida dos negócios e da família não seria nada fácil...
* as mãos em contato com a terra “garimpam” paz e harmonia como se estivéssemos em um lugar sagrado. Até porque, muitas vezes, o nosso salário X compromissos fica aquém das viagens e dos spas
... vale a pena tentar. É só experimentar. É já na primeira vez que esse fio-terra acontece. Basta mexer num vasinho do banheiro ou da varanda (aquele mesmo que se ganhou de aniversário e está lá até hoje). Ou um tempero que o jardineiro plantou no peitoril da janela da cozinha (qual será a erva? Ainda vive?)
... plantando se aprende a viver em sociedade que, diga-se de passagem, não é fácil. Ou seja, se aprende responsabilidade, com o cuidado necessário dispensado à planta. Se aprende a dividir, quando seu espaço fica pequeno para a planta e a repartimos em mudas que doamos para alguém. Se aprende que a felicidade e a tolerância está tanto na simplicidade desses atos, quanto na descoberta da beleza até mesmo da humilde margarida, por que preconceito é a gente que faz.
... quando somos principiantes e todas as plantas que temos em casa padeceram, o melhor é iniciar com suculentas, bromélias ou algumas orquídeas.
... quando temos um bom substrato que compreende pôr em vaso 1 parte de terra comum de jardim, 1 de terra vegetal e 2 partes de areia (forrando o fundo do pote com pedriscos), a calanchoe (Kalanchoe blossfeldiana) simples ou dupla, originária de Madagascar, floresce em abundância. Quando cai o florescimento pode-se fazer estaquias das folhas para novas mudas, porém não produzirão plantas perfeitas. Vejam que boa oportunidade de interação familiar! Procure Mada-gascar no mapa-mundi e veja o filme com o mesmo nome e seus lêmures que se divertem muito junto aos filhos, netos e sobrinhos. Depois apresente a flora local e converse. É tão bom e tão raro termos assuntos em comum...)
... que a chuva de ouro (Oncidium varicosum), natural da América Latina, se fixada em fibra de coco ou em troncos de árvores, floresce em abundância no verão, gosta de pouca água e aceita meia-sombra, pois não suporta sol direto entre 11 e 17 horas. Em casa podemos fazer mudas dividindo a planta adulta. Seu cultivo assim, é simples.
... para os temperos um bom começo é o alecrim (Rosmarinus officinalis L.) que é nativo da região Mediterrânea. Seu cultivo pode ter o mesmo substrato da calanchoe. Seu uso medicinal na literatura etnofarmacológica é indicado para casos de má digestão, gases e dores de cabeça. Sua propagação pode ser feita por estaquia ou mergulhia. Aprecia tanto sol pleno como meia-sombra.
... a alfazema (Lavandula angustifolia Mill.) é nativa da Europa e pode ser cultivada também com substrato 1-1-2. Na medicina popular suas flores (somente elas) são usadas para insônia, gripes, enxaquecas e gases. Suas folhas e galhos são usados como repelentes de insetos colocados diretamente no espaço dos aparelhos elétricos ou em preparados com álcool de cereais
para borrifar. Multiplica-se tanto por sementes como por
estacas. Aprecia tanto sol pleno como meia-sombra.
... mas se de fato você não gosta da mistura
plantas e mãos sujas, mas a leitura te
divertiu e cativou, já é um começo
para o relax.
Abraços para todos.
Denise Preussler dos Santos
Jornalista
Es wird erzählt, dass...
... der Schöpfer die Blumen kreierte, damit uns die Schönheiten der Seele vorgestellt werden, die Tees erfand, um unser Seelenleben zu stärken und zu beruhigen, da er schon wusste, dass unsere Geschäfts- und Familienangelegenheiten überhaupt nicht leicht sein würden
... mit Erde arbeitende Hände Frieden und Harmonie fördern, so als seien wir an einem heiligen Ort. Auch weil das Verhältnis zwischen unserem Einkommen und unseren Verbindlichkeiten Reisen und Wellness-Aufenthalte unmöglich macht..
... es sich lohnt, es auszuprobieren. Schon beim ersten Mal funk-tioniert dieser Blitzableiter. Man muss nur in einer kleinen Vase des Badezimmers oder der Veranda herummachen (genau in der, die man zum Geburtstag geschenkt bekommen hat und die dort bis heute noch steht). Oder an einer Gewürzpflanze, die der Gärtner auf das Fensterbrett der Küche gepflanzt hat (Was ist denn das noch für ein Kraut? Lebt es überhaupt noch?).
... man beim Pflanzen lernt in Gesellschaft zu leben, was, das sei hier mal so gesagt, gar nicht so einfach ist. Man lernt, Verantwortung zu übernehmen, mit all der notwendigen Sorgfalt, mit der man sich um die Pflanze kümmert. Man erwirbt die Fähigkeit zu teilen, denn wenn der Platz für die Pflanze zu klein wird, teilen wir sie und verschenken die Ableger. Man lernt, dass Glück und Toleranz sowohl in solch einfachen Handlungen liegen, als auch in der Entdeckung der Schönheit der schlichten Margerite. Vorurteile hingegen sind von uns selbst gemacht.
... Anfänger, deren Pflanzen im Haus alle eingingen, gut daran tun würden, es erst mal mit Sukkulenten, Bromelien oder bestimmten Orchideen zu probieren.
... wenn wir ein gutes Substrat haben, wozu man in eine Vase einen Teil normale Erde, einen Teil Pflanzenerde und zwei Teile Sand tut (wobei man den Boden der Vase mit Steinchen ausrüstet), ein einzelnes oder zwei Flammende Käthchen (Kalanchoe blossfeldiana) aus Madagaskar im Überfluss wachsen. Sobald die Blüten fallen, kann man Ableger der Blätter für neue Jungpflanzen machen, diese werden jedoch zu keinen formvollendeten Pflanzen heran-wachsen. (Schaut mal, was für eine gute Gelegenheit das für Familien-gespräche ist! Suche Madagaskar auf der Weltkarte und schau Dir den gleichnamigen Film über die Makis an, die sich mit ihren Kindern, Enkelkindern, Neffen und Nichten vergnügen. Stelle dann die lokale Flora vor und sprich darüber. Es ist so selten, dass wir gemeinsame Themen haben...)
... der Goldregen (Oncidium varicosum) aus Lateinamerika in Hülle und Fülle blüht, wenn man ihn in Kokos oder Baumstümpfen befestigt. Er will wenig Wasser und akzeptiert Halbschatten, denn er kann keine direkte Sonne zwischen 11 und 17 Uhr vertragen. Zu Hause können wir Jungpflanzen anlegen, indem wir die gewachsene Pflanze teilen. Mit diesen Kulturmethoden ist er eine einfach zu haltende Pflanze.
... unter den Gewürzen Rosmarin (Rosmarinus officinalis) ein guter Anfang ist. Er kommt aus der Mittelmeerregion. Seine Haltung ist im gleichen Substrat, auf dem auch das Flammende Käthchen wächst, möglich. Seine heilende Wirkung wird in der ethnopharmakolo-gischen Literatur gegen schlechte Verdauung, Blähungen und Kopfschmerzen angegeben. Seine Vermehrung kann über Ableger oder durch Absenken von vegetativen Pflanzenteilen in die Erde erreicht werden. Rosmarin gedeiht sowohl in der Sonne als auch im Halbschatten.
... der in Europa heimische Lavendel (Lavandula angustifólia, Mill) ebenso auf dem 1-1-2 Substrat kultiviert werden kann. In der Volksmedizin werden allein die Blüten bei Schlaflosigkeit, Grippe, Migräne und Blähungen verwendet. Seine Blätter und Zweige hingegen werden als Insektenschutz verwendet, indem sie direkt in den Zwischenraum der elektrischen Geräte gesteckt oder zum Sprengen in Getreidealkohol gegeben werden. Lavendel kann man sowohl über Samen als auch über vegetative Sprossen vermehren. Er gedeiht in vollem Sonnenlicht oder im Halbschatten.
... aber wenn dir in der Tat weder Pflanzenarbeit noch schmutzige Hände zusagen, die Lektüre dich dennoch gefesselt und belustigt hat, dann ist das immerhin schon ein ganz guter Weg zur Entspannung.
Ich grüße alle recht herzlich Denise Preussler dos Santos
Journalistin
It is said that...
... the Creator designed the flowers to present us with the beauties of the soul, and the infusions to energize and calm it, because He already knew that business and family life wouldn't be easy.
... the hands in contact with the soil search for peace and harmony as if we were in a sacred place, because sometimes our salary vs bills are beneath trips and spas.
... it's worth trying. You only have to try. This “ground wire” already happens in the first time. It's enough to handle a small vase in the bathroom or in the veranda (that one someone gave you for your birthday and is still there today). Or a spice the gardener planted on the kitchen's window sill (Which herb could it be? Is it still alive?)
... by planting, we learn to live in a society, that is not easy, to tell the truth. That is to say, we learn to be responsible, with the care we devote to the plant. We learn to share when the space is not big anymore for the plant and we divide it into seedlings and we give them to somebody else. We learn that happiness and tolerance are both in the simplicity of these acts and in the discovery of the beauty of the humble daisy, because prejudice is created by us.
... when we are beginners and all the plants we have at home perish, the best thing to do is to start with juicy plants, bromeliads or some orchids.
... when we have a good substrate which means to put in a vase 1 part of common garden soil, 1 of vegetal soil, and 2 of sand (covering the bottom of the vessel with sleets, the kalanchoe (Kalanchoe blossfeldiana) simple or doubled, original from Madagascar, blossoms abundantly. When the blossom decays, it's possible to make cuttings from the leaves for new seedlings, although they will not produce perfect plants. (Take a look at the opportunity of family interaction! Search for Madagascar on a mundi map and watch the movie that has the same name with its lemurs that “have lots of fun” together with their children, grandchildren and nephews. After that, show the local flora and talk. It's so good and so rare to have subjects in common…)
... “chuva de ouro” (Oncidium varicosum), native from Latin America, if attached to coconut fiber or to trunks of trees, blossoms abundantly on summer, it needs little water and accepts partial shade, because it doesn't tolerate sun between 11 o'clock a.m. and 5 o'clock p.m. At home we can make seedlings by dividing the adult plant. Its cultivation in this way is simple.
... for spices a good beginning is rosemary (Rosmarinus officinalis L), which is original from the Mediterranean region. Its cultivation may have the same substrate as kalanchoe. Its use in the ethnopharmacological literature is indicated for bad digestion, flatulence and headaches. Its propagation can be made by cutting or stool layring. It appreciates full sun or partial shade.
... the lavender (Lavandula angustifolia Mill) is original from Europe and may be cultivated also with the substrate 1-1-2. In popular medicine, its flowers (only them) are used for insomnia, influenza, migraines and flatulence. Its leaves and its branches are used as insect repellents placed directly in the spaces of electric devices or prepared with cereal alcohol for spraying. It multiplies itself both by seeds and cuttings. It appreciates both direct sun or partial shade.
... now, if you really don't like the mix plants versus dirty hands, but you enjoyed yourself and was enchanted by the reading, it's already a beginning for “relaxing”.
I embrace you!
terça-feira, 5 de maio de 2009
Dizem por aí

Genau Hier é uma revista trilingue trimestral
que coloca à disposição de alunos,
professores e interessados no aprimoramento dos idiomas
Português, Alemão e Inglês,
textos diversos como ferramenta para o aprendizado.
Na quinta edição da Revista Genau Hier
escrevi o texto
"Dizem por aí".
Ao lado a versão em português.
que coloca à disposição de alunos,
professores e interessados no aprimoramento dos idiomas
Português, Alemão e Inglês,
textos diversos como ferramenta para o aprendizado.
Na quinta edição da Revista Genau Hier
escrevi o texto
"Dizem por aí".
Ao lado a versão em português.
domingo, 3 de maio de 2009
364 + 1
Comemorar o dia das mães é sempre a emoção das emoções.
Da concepção ao parto somam-se dias de passado e incertezas,
até que o choro vem professar a boa-nova.
Sem termo de garantia, selo do Inmetro e guia de instruções, a vida brota a cada dia.
O tempo passa e nem sempre o nosso é o primeiro na comparação: uns já engatinham, já falam ou caminham... Ufa o nosso conseguiu!
O tempo da escola, a separação. Um dia chora outro vibra. Uma professora é maravilhosa, outra é insensível. Uma matéria da aula é enfadonha, outra nem tanto.
A turminha de novos amigos, um namoro... O medo das drogas, da vilência, da inaptidão.
O sonho com o êxito, com a felicidade..
Enfim uma formatura e logo o vestibular...Será que escolheu certo? Será feliz?
Vem a carteira de motorista: Ai, o trânsito...
Seguem-se as conversas sobre o sexo seguro, as novas amizades...
364 dias para o coração bater irregular e um para dizer: Te amo.
Para todas as mães com carinho.
Lançamento do livro "Os Gregos e nós"

No final de abril foi lançado na Unisinos o livro "Os Gregos e nós", fruto do empenho dos organizadores Cristóvão Atílio Viero, Celso Candido de Azambuja, Luís Fernando M. Mello e Luiz Rohden. É uma coletânea dos artigos apresentados durante o XI Colóquio de Filosofia. Os temas vão desde o jogo hermenêutico das tragédias gregas, passando por Tales, Sócrates, Platão até as reflexões de Aristóteles. Temas que se mantém sempre atuais visto que "nós, ocidentais, somos greco-romanos, nossos genes são marcados por aquela tradição e nesse sentido podemos dizer que somos seres históricos".
Assinar:
Comentários (Atom)

