quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Canoagem


Através da iniciativa de Emílio Spohr, em breve, crianças e jovens poderão participar da escolinha de canoagem da Associação Paranhana de Canoagem, em Linha Café (Três Coroas/RS). Segundo Spohr, a ideia é " no turno inverso da escola, fornecer aprendizado de convívio social, de equipe e qualidade de vida através do esporte, pois minha preocupação principal não é criar atletas, mas cidadãos".
Contatos podem ser realizados pelo e-mail emilio@q-sonho.com.br

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

A marca de cada um

Faço há muito tempo pesquisa de “marcas”. Vivo e trabalho em uma região industrialista: é recheada de marcas. Em termos simplistas, vejo a marca como um diferenciador para coisas ou produtos iguais. A meta de uma marca, então, é para provocar desnível e gerar reconhecimento ou visibilidade no mercado para um produto ou serviço. Tal pensamento faz pensar na marca pessoal: somos todos iguais, mas o que nos diferencia dos outros no mercado de trabalho? É a construção da imagem pessoal, da nossa marca.
Pensar em marca pessoal é partir para a criação de um conceito, uma fama individual, seja para conseguir trabalho, seja para alavancar a carreira que já se conquistou. Assim como num calçado, por exemplo, onde a meta paira em construir um diferencial que alia o custo/benefício com inovação, tecnologia e apelo imagético, também, as pessoas precisam criar meios para implantar um diferencial, um reconhecimento, produzir visibilidade para o que sabe fazer ou faz de melhor e, consequentemente, atingir objetivos pessoais e profissionais.
Atualmente, com tantas ferramentas facilitadoras pela internet, produzir visibilidade e divulgar o “eu” não é difícil: o twitter, o facebook, os blogs, enfim, possibilitam esse processo. Contudo, tal exposição deve estar aliada em enfatizar o diferencial pessoal: o domínio de algum conhecimento específico, de uma maneira de gestão para tarefas, de uma especificidade singular que pode alavancar relevância na produção de algo, de um serviço, do desempenho de uma tarefa, enfim. A exposição deve apresentar uma característica, um design próprio ou um sinal para fazer, agir, falar, escrever que pode fazer diferença no mercado de trabalho. Então, qual é a sua marca? O que você está fazendo para criar a sua marca?

domingo, 20 de fevereiro de 2011

+ de 40 anos

O ser humano é um estrategista de vida. Em qualquer campo de atuação, inclusive a dona de casa, precisa de estratégia para fazer o que faz. É preciso, ainda, estratégia contínua para permanecer atuando no que faz. Não se trata de somente de ter disciplina (horários, programação de tarefas, etc). É preciso estar continuamente atento nas constantes ressignificações do dia a dia, nas tecnologias, nas tomadas de decisões e escolhas de alternativas. Tudo o que se faz é resultado de estratégias para viver, trabalhar, descansar. Passa-se o dia planejando simples hábitos para evitar o indesejável e superar o imprevisto. A dona de casa, por exemplo, estabelece prioridades como o que é essencial (como organização do lixo doméstico), o que é complementar (analisar melhor lugar para as compras) e o que é desejável (ler um jornal, uma revista ou acessar a internet para acompanhar as notícias). A dona de casa é uma estrategista, sem falar se possui filhos. Isso vale para estudantes, empresários, industrialistas, industriários ou funcionários em geral: todos são estrategistas de vida.
Mas quem tem mais de 40 anos precisa ser um “expert” em estratégias para continuar sendo referência no que faz (inclusive a dona de casa) frente às transformações da atualidade: infância sem TV colorida (talvez nem tenha tido uma TV), sem celular (talvez sequer tinha telefone fixo), sem computador, sem iPad... Tampouco ouviu na infância que era época de “off” nas lojas de shopping, ou que alguém possuía “fitness” em casa... quem tem mais de 40 precisa ser um ótimo estrategista, porque sem a vantagem que os jovens e crianças de hoje têm, de crescer em meio a tantas “ferramentas” especializadas, precisa aprender estrangeirismos, precisa aprender a comunicar-se online, precisa aprender o “digital”, precisa aprender a aprender continuamente para reorganizar suas estratégias: do fogão às compras, por exemplo, a estratégia de vida envolve o digital, a rapidez, o domínio de conteúdos específicos e um mínimo de tecnologia.