segunda-feira, 15 de julho de 2013

Um jardim é para cuidar do coração...

O gostoso de seu uma blogueira como eu é o tema. Na verdade, não tenho tema. São as variedades do meu cotidiano que me fazem escrever. Claro que deveria escrever mais. Tenho momentos em que passo períodos falando para eu mesma: - preciso escrever isso!... Coisas de Denise. 
O tempo passa e a escrita torna-se vento... Não sou tão 'multiuso' como gostaria. Um dia são os estudos, outros dias são a família, e, outro que leva outro, enfim.
Acontece que hoje, ao olhar para as flores, lembrei que o jardim tem uma grande missão: ele serve para cuidar do coração, da alma, para resgatar algo de bom que todos temos, e, nem sempre lembramos de vivenciar. É fato que reclamar e xingar está mais comum do que elogiar.
Então, façamos do nosso jardim um terapeuta! Olhemos as flores!
Mas, como encontrar flores e cores num período com tantos altos e baixos de temperatura e umidade? Qual a flor para plantar? Minha dica começa com o calanchoe (Kalanchoe blossfeldiana) ou flor-da-fortuna. São suculentas maravilhosas que florescem no inverno e primavera. Atualmente com uma gama enorme de cores, podemos colorir nosso jardim. Apesar do fato destas plantas desenvolverem-se melhor em locais de meia-sombra, tenho exemplares floridos em sol pleno:


Outras plantas que podem colorir nossos jardins agora, são aquelas da família da bromeliáceas, como a taça-vermelha (neoregelia farinosa), cujos 'filhotes' nascem grudados à planta mãe, formando um maciço que varia do bordô ao verde. Também, a neoregélia (neoregelia compacta), herbácea com o centro que toma uma coloração avermelhada, destacando-se do verde das folhas menos centrais.

Também, gosto da pleomele (pleomele reflexa 'variegata') pelo seu contraste das linhas do amarelo e verde. Este arbusto produz flores no verão, mas são minúsculas, proferindo encanto às folhas que dão um belo visual ao jardim em qualquer época do ano.
Assim, fotografei alguns dos 'terapeutas' do meu jardim. Quais são os teus?


segunda-feira, 6 de maio de 2013

Histórias para contar



Vivemos fazendo e contando história. Dia a dia cada um conta a sua. É lógico que as nossas histórias não são famosas, mas são e fazem parte do processo da nossa história. São histórias para contar, diferentes das releituras do passado e das atualidades sociais distantes de nós.
Mas é interessante pensar no fato de que vivemos algo e não temos consciência daquilo que vivemos como sendo parte de uma história. É possível que algo encubra a visão...e não percebemos, a cada momento, a história acontecendo e retratando a própria vida.
O mundo dos negócios também vive de ‘histórias para contar’; elas vendem: toda a publicidade conta uma historinha para fortalecer o envolvimento de uma marca e encantar o consumidor. A história vira uma produção com gente famosa (ou nem tanto) e importante que busca, com arte, o entrosar certo público por meio de uma narrativa. Atualmente, essa arte publicitária de engajar pela narrativa chama-se storytelling. O contar uma história vira uma ferramenta que, ao compartilhar um conhecimento, é possível associá-lo a alguma coisa ou alguém que nos identificamos.
Parece que ter histórias para contar se resume na própria vida, pois, ela cria um status quo  que envolve, identifica, encanta ou repudia. Assim, tanto as nossas ‘histórias para contar’, como o termo storytelling, é uma campanha de vida que está presente com o indivíduo, com a sociedade e com a economia. Tudo e todos vivem na e para a arte de contar histórias: são narrativas, tramas, protagonistas, antagonistas, heróis e vilões envoltos em grandes ou pequenos momentos. A pergunta de hoje é: qual é a tua história para contar?

sábado, 13 de abril de 2013

Mire e Fotografe 4

O modo manual é uma opção nas muitas máquinas fotográficas atuais. Nele, (provavelmente representado pela letra M no disco de seleção), tu controlas a velocidade do obturador e a abertura. Para fotografares no modo de exposição manual selecione o disco de modos para M. Com tal seleção, vais verificar no visor da máquina os valores de velocidade e abertura. Lembre que quanto maior o numero indicativo de velocidade, mais rápido trabalha o obturador e, quanto maior o número referente a abertura menor é a profundidade do campo (desfoca o fundo da cena). Feita a escolha de valores, enquadre, foque e dispare.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Mire e fotografe 3

    

 Produzir uma fotografia criativa não é complicado. Basta conhecer 'regulagens' e treinar. Mas então, como captar os pingos de uma cachoeira ou desfocar o fundo de uma paisagem? Fotos assim são produzidas através do controle da abertura e da velocidade do obturador. As mesmas exposições podem ser obtidas com diferentes regulagens de abertura ou velocidade do obturador. As velocidades rápidas do obturador e as grandes aberturas 'congelam' os objetos em movimento (captura de pingos de uma cachoeira) e suavizam os detalhes do fundo. Já, as velocidades lentas do obturador e as pequenas aberturas desfocam as imagens em movimento e melhoram os detalhes do fundo. Então, procure em sua máquina fotográfica os modos S (automático com prioridade do obturador) e A (automático com prioridade da abertura).

Velocidade lenta do obturador
Velocidade rápida do obturador
      No modo S, automático com prioridade do obturador, tu escolhes a velocidade do obturador e a máquina seleciona a abertura que produzirá a imagem ideal. Use velocidades do obturador lentas para sugerir movimento e, as rápidas, para 'congelar' o movimento.
     No modo A, automático com prioridade da abertura, tu escolhes a abertura e a câmera seleciona automaticamente a velocidade do obturador. As grandes aberturas (número pequeno) desfocam o fundo do tema principal. As pequenas aberturas (números grandes) realçam detalhes tanto do fundo como do primeiro plano.


Pequena abertura
Grande abertura

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Mire e fotografe 2

     Entre uma tarefa e outra, passo os dias pensando na melhor maneira de escrever - e me fazer entender - para explicar o pouco que sei sobre fotografias e, quem sabe, ajudar o leitor fotógrafo. Hoje quero escrever sobre 'foco'. Na vida como na fotografia é importante não perder o foco... portanto, foco e enquadramento é algo interessante de se saber.
     Na maioria das câmeras, o símbolo utilizado para representar a focagem e o que possa estar envolvido com ela é a letra F. AF é o foco automático e deve-se optar por ele, pois facilita muito para obter uma boa fotografia. E falar em 'foco' é falar em 'enquadramento', pois ao fotografar, 'selecionamos', 'enquadramos', 'fatiamos' uma parcela de um momento vivido para gravar e estampar. Tal captura selecionada por nós representa o modo de focagem (macro, paisagem, rosto, etc.) ou a área de F pretendido no momento da fotografia.
    . Basicamente escolher o ponto de focagem é o mesmo que dar prioridade para o que se quer fotografar, então, se selecionares "AF  ROSTO", por exemplo, um retângulo ou círculo será exibido quando a câmera detectar um tema de retrato voltado para ela. É possível que a câmera detecte  vários rostos, contudo, ela priorizará o mais próximo dela. Se escolheres para fotografar um rosto 'diferente' daquele automaticamente selecionado, use o seletor (geralmente um botão com setas para cima e para baixo, para a esquerda e para a direita com  "ok" no centro) até encontrar o teu foco pretendido e pressione 'ok'.

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Mire e fotografe 1

         Muitas das câmeras digitais oferecem escolhas de seleção de 'cenas' ou 'temas', como 'retrato', 'paisagem', 'macro', etc. Optar por um dos modos regula automaticamente definições que tornam a fotografia 'criativa' simples, pois basta selecionar, enquadrar e fotografar. Vamos falar sobre os modos:
         Basicamente, ao selecionar o modo 'retrato', tu otimizas tua máquina para fotografar retratos com tons de pele suaves e com aspecto natural. Ou seja, não captará tons mais avermelhados de pele.


Modo 'paisagem': observem a tonalidade das cores vívidas
       Ao selecionar 'paisagem', tu otimizas a máquina para fotografar paisagens em colorações mais vívidas. Nessa seleção o flash incorporado e o iluminador auxiliar de AF (vou escrever sobre a 'focagem' posteriormente) desligam. Caso queiras fotografar uma paisagem com pouca luz é recomendável o uso de uma base firme ou tripé para evitar o desfoque (a não ser que tenhas uma 'mão' muito firme), já que a velocidade do obturador diminui.

Modo 'macro'

      Selecionar o 'macro' otimiza fotografar grandes planos de pequenos objetos, insetos, flores ou detalhes. Uma de minhas filhas seleciona esse modo para fotografar células no microscópio.

            Com a seleção de 'desportos', a câmera fica programada para velocidades rápidas do obturador, no intuito de congelar o movimento realizado com esportes dinâmicos. Nessa seleção, o flash incorporado e o iluminador AF desligam.


          Optar pelo 'retrato noturno', faz a câmera otimizar um equilíbrio de cores entre o tema escolhido (rosto de uma pessoa em um show noturno, por exemplo) e o fundo com pouca luz. Nesse, como o obturador 'trabalha' mais devagar, talvez devas usar um suporte fixo ou tripé para evitar desfoque (salvo se tenhas a 'mão' firme).

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Mire e fotografe


            Acredito que, ao comprar uma máquina, queremos ‘mirar e fotografar’! Então, vamos ao modo mais fácil, o automático. Nesse modo, grande parte das definições é ajustada pela máquina em resposta às condições fotográficas do ambiente em que estamos e, se o que queremos fotografar estiver em um ambiente pouco iluminado, o flash poderá disparar automaticamente. Isso ocorre porque as câmeras têm um sensor interno que mede a intensidade da luz, chamado de ‘fotômetro’. Esse sensor ‘mede, captura’ informações que faz ajustar valores de abertura do diafragma ou velocidades de obturação.

Repare nestas duas fotografias: mesmo tema, mas somente
 uma foi utilizado o flash.
 Faça a experiência, observe o 'trabalho' do obturador!
            No modo automático também é possível tirar fotos com flash desligado, o que facilita fotografar em locais onde a fotografia com flash é proibida, fotografar pessoas dormindo, etc, para tanto, basta selecionar ‘flash desativado’. Mas é importante salientar que se o modo flash estiver desligado, a velocidade do obturador diminui quando a luz é insuficiente e, o uso de um tripé ou suporte fixo pode ser necessário.




           Agora, enquadre o tema principal no ponto de focagem que aparece no visor (a maioria das máquinas pode ter muitos pontos de focagem). Pressione um pouco o botão de disparo do obturador para focar, pois assim, a câmara selecionará automaticamente os pontos de focagem. Então, pressione o botão de disparo do obturador até o final para disparar o obturador e gravar a fotografia.


terça-feira, 2 de abril de 2013

Fotografia



Fotografo há anos! As paredes internas da minha casa comprovam e, o maridão nem reclama mais dos espaços ocupados (furados e colados com as recentes fitas adesivas para colocar os quadros nas paredes....).
 Em 1984, formada em jornalismo adquirira uma técnica, em película. A tecnologia avançou, a paixão não decaiu, mas a técnica precisava – e precisa – ser constantemente reorganizada e atualizada. Uma coleção de máquinas fui acumulando nas transições...hoje tenho uma Nikon D3100 com objetiva de 105 mm. Poderosa essa!
Nesta fotografia da minha coleção faltam  duas digitais - estão com as minhas filhas: uma Mavica da Sony de disquete e uma Cyber-shot 7.2
Com as dificuldades passadas nas (re)adaptações que as inovações tecnológicas foram me exigindo,  aprendi muito - tanto sobre máquinas como sobre ‘maneiras’ de fotografar. Ficou claro para mim: 50% da beleza de uma fotografia é a máquina e, 50% do resultado resulta da maneira de quem a utiliza. Assim, além de saber usar os múltiplos recursos de uma máquina dos dias atuais, é preciso ter a percepção ou a visualização mental daquilo que se quer fotografar.
Questionada com certa frequência sobre ‘como tirar fotos’ começo a passar, a partir de hoje, dicas que considero importantes para fotografar bem. E, a lição mais importante é fotografar, fotografar e fotografar. Isso cria a possibilidade comparar os resultados obtidos com a firmeza da relação mão/máquina. Afinal, existem pessoas que tremem mais as mãos do que outras e, o treinamento constante pode facilitar ao provocar o autoconhecimento para, inclusive, regular e adaptar a máquina para o teu uso.