Dias atrás escrevi sobre a moda, enfatizando que ela nos direciona para aspectos diversos, ou seja, além de favorecer o consumismo permanente ao gerar ‘necessidades e desejos’ nas pessoas, a moda, de alguma maneira, pode permitir ao ser humano constituir e/ou reforçar identidades e inserção social a partir do que ela oferece e encanta ao imaginário pessoal através de suas tendências. Entendo que esse enfoque representa dizer que ela, conforme Lipovetsky (O império do Efêmero, 2010) “traduz a emergência da autonomia dos homens no mundo das aparências; é um signo inaugural da emancipação da individualidade estética, a abertura do direito à personalização, ainda que esteja evidentemente submetido aos decretos cambiantes do conjunto coletivo”.
Com tal pensamento, parece-me que a moda veste o corpo e a alma das pessoas. Então, pela moda também se busca a felicidade; a felicidade ou satisfação apreendida quando se veste o corpo com roupas e acessórios, numa sensação de liberdade da escolha e da (re)afirmação da independência estética. O corpo, nesse entendimento, se torna um objeto para a criação do nosso Eu e para aquilo que aspiramos. Ele (o corpo) se torna um significante daquilo que somos e que queremos ser.
O corpo, com a moda, passar a ser entendido por uma perspectiva de significante em meios as representações que vão interpelando e interagindo com cada um/a de modo a posicionar-nos a ocupar determinados lugares nas nossas vivências cotidianas. O corpo, nesse entendimento, se veste (é vestido) em meio a um jogo de representações e vai produzindo identidades, pois as representações ao produzirem determinados significados, estabelecem identidades sociais e define quem nós somos, como deveríamos ser e, quem são os outros. O corpo se insere, então, como um construto social, pois é nele que marcas e símbolos culturais são inscritos e funcionam como um modo de classificar, agrupar, qualificar e diferenciar: magro, alto, belo, jovem, branco, saudável, executivo, teen, etc.
Com a moda, corpo e alma vivem em sinergia na construção dos desejos e anseios de cada um de nós.
Com tal pensamento, parece-me que a moda veste o corpo e a alma das pessoas. Então, pela moda também se busca a felicidade; a felicidade ou satisfação apreendida quando se veste o corpo com roupas e acessórios, numa sensação de liberdade da escolha e da (re)afirmação da independência estética. O corpo, nesse entendimento, se torna um objeto para a criação do nosso Eu e para aquilo que aspiramos. Ele (o corpo) se torna um significante daquilo que somos e que queremos ser.
O corpo, com a moda, passar a ser entendido por uma perspectiva de significante em meios as representações que vão interpelando e interagindo com cada um/a de modo a posicionar-nos a ocupar determinados lugares nas nossas vivências cotidianas. O corpo, nesse entendimento, se veste (é vestido) em meio a um jogo de representações e vai produzindo identidades, pois as representações ao produzirem determinados significados, estabelecem identidades sociais e define quem nós somos, como deveríamos ser e, quem são os outros. O corpo se insere, então, como um construto social, pois é nele que marcas e símbolos culturais são inscritos e funcionam como um modo de classificar, agrupar, qualificar e diferenciar: magro, alto, belo, jovem, branco, saudável, executivo, teen, etc.
Com a moda, corpo e alma vivem em sinergia na construção dos desejos e anseios de cada um de nós.