terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

A marca de cada um

Faço há muito tempo pesquisa de “marcas”. Vivo e trabalho em uma região industrialista: é recheada de marcas. Em termos simplistas, vejo a marca como um diferenciador para coisas ou produtos iguais. A meta de uma marca, então, é para provocar desnível e gerar reconhecimento ou visibilidade no mercado para um produto ou serviço. Tal pensamento faz pensar na marca pessoal: somos todos iguais, mas o que nos diferencia dos outros no mercado de trabalho? É a construção da imagem pessoal, da nossa marca.
Pensar em marca pessoal é partir para a criação de um conceito, uma fama individual, seja para conseguir trabalho, seja para alavancar a carreira que já se conquistou. Assim como num calçado, por exemplo, onde a meta paira em construir um diferencial que alia o custo/benefício com inovação, tecnologia e apelo imagético, também, as pessoas precisam criar meios para implantar um diferencial, um reconhecimento, produzir visibilidade para o que sabe fazer ou faz de melhor e, consequentemente, atingir objetivos pessoais e profissionais.
Atualmente, com tantas ferramentas facilitadoras pela internet, produzir visibilidade e divulgar o “eu” não é difícil: o twitter, o facebook, os blogs, enfim, possibilitam esse processo. Contudo, tal exposição deve estar aliada em enfatizar o diferencial pessoal: o domínio de algum conhecimento específico, de uma maneira de gestão para tarefas, de uma especificidade singular que pode alavancar relevância na produção de algo, de um serviço, do desempenho de uma tarefa, enfim. A exposição deve apresentar uma característica, um design próprio ou um sinal para fazer, agir, falar, escrever que pode fazer diferença no mercado de trabalho. Então, qual é a sua marca? O que você está fazendo para criar a sua marca?

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