Vivemos fazendo e contando história. Dia a dia cada um conta
a sua. É lógico que as nossas histórias não são famosas, mas são e fazem parte do
processo da nossa história. São histórias para contar, diferentes das
releituras do passado e das atualidades sociais distantes de nós.
Mas é interessante pensar no fato de que vivemos algo e não
temos consciência daquilo que vivemos como sendo parte de uma história. É possível
que algo encubra a visão...e não percebemos, a cada momento, a história
acontecendo e retratando a própria vida.
O mundo dos negócios também vive de ‘histórias para contar’;
elas vendem: toda a publicidade conta uma historinha para fortalecer o envolvimento
de uma marca e encantar o consumidor. A história vira uma produção com gente
famosa (ou nem tanto) e importante que busca, com arte, o entrosar certo
público por meio de uma narrativa. Atualmente, essa arte publicitária de
engajar pela narrativa chama-se storytelling.
O contar uma história vira uma ferramenta que, ao compartilhar um conhecimento,
é possível associá-lo a alguma coisa ou alguém que nos identificamos.
Parece que ter histórias para contar se resume na própria
vida, pois, ela cria um status quo que envolve, identifica, encanta ou repudia.
Assim, tanto as nossas ‘histórias para contar’, como o termo storytelling, é uma campanha de vida que
está presente com o indivíduo, com a sociedade e com a economia. Tudo e todos
vivem na e para a arte de contar histórias: são narrativas, tramas, protagonistas,
antagonistas, heróis e vilões envoltos em grandes ou pequenos momentos. A pergunta
de hoje é: qual é a tua história para contar?
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