Nos dias que precedem o Dia da Mulher (08 de março), me pergunto: O que é ser mulher? É ser do sexo feminino? É ser mãe, esposa, companheira?... Cheguei a conclusão que é difícil responder tal questão de maneira simplista. Ao ler poesias, parece-me que ser mulher é parcialmente o que os grandes poetas dizem: que ela “tem qualquer coisa que afaga, como uma lua macia. Parece mar que borbulha de manso sobre uma praia...” (Vinícius de Moraes)
Ser mulher é parcialmente aquilo que os poetas dizem. Entendo que as doces palavras dos poemas são uma maneira de criar, de reavivar em todos os leitores, que está no sexo feminino a esperança para um mundo menos violento, menos drogado, menos mentiroso e inescrupuloso. Um mundo menos doente, menos poluído, menos órfão...
São as palavras dos poemas que parecem implorar para que alguém se encarregue de conduzir a sociedade - feita de filhos - para um caminho amigo, sincero, alegre, companheiro.
São as doces palavras de poemas que parecem buscar, neste ser chamado de mulher, a “maternidade” para as boas ações, para os bons propósitos, para as boas condutas de todos.
São pelas doces palavras de poemas que se parece inferir à mulher a missão de ensinar ao mundo os significados de segurança, amor, dedicação, família, tolerância... que, talvez, o sexo masculino não saiba como criar.
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